Os assinantes da operadora de TV a cabo Net podem acessar livremente o acervo de video on demand da Claro Video. Para quem se sente insatisfeito com os títulos disponíveis na Netflix, selecionados de acordo com o sucesso comercial do filme, a Claro Video oferece alternativas interessantes. Grande parte da filmografia de Charles Chaplin, doze filmes de François Truffaut, nove de Claude Chabrol, quatro de Alain Resnais e de Krzysztof Kieslowski, três de Robert Bresson e até “Síndromes e um Século” do impenetrável diretor tailandês Apichatpong Weerasethakul podem ser assistidos via streaming.

De Truffaut, encontramos inclusive o curta metragem “Os Pivetes”, além dos longas “A Mulher do Lado”, “Amor em Fuga”, “Antoine e Colette”, “As Duas Inglesas e o Continente”, “Atirem sobre o Pianista” (“Atirem no Pianista”), “Beijos Roubados”, “Domicílio Conjugal”, “Finalmente, Domingo!” (“De Repente Num Domingo”), “Jules e Jim”, “Os Quatrocentos Golpes” (“Os Incompreendidos”), “Um Só Pecado”. Obs: alguns filmes estão com o título utilizado em Portugal, nesse caso, colocamos o título brasileiro em parênteses.

Os filmes dirigidos por Claude Chabrol disponíveis na Claro Video são: “Correspondência Violada”, “Da Cor do Mal”, “Detetive Lavardin”, “Madame Bovary”, “Masks”, “Mulheres Diabólicas”, “O Inferno” (“Ciúme – O Inferno do Amor Possessivo“), “Rien ne va Plus” e “Teia de Chocolate”.

As obras-primas de Alain Resnais ficaram de fora, mas ainda assim vale a pena assistir nesse catálogo da Claro Video “A Vida é um Romance”, “Amores Parisienses”, “Mélo” e “O Meu Tio da América”. A seleção de Kieslowski foi mais criteriosa, e relaciona seus filmes mais conhecidos: “A Dupla Vida de Veronique”, “Três Cores: Azul” (“A Liberdade é Azul”), “Três Cores: Branco” (“A Igualdade é Branca”) e “Três Cores: Vermelho” (“A Fraternidade é Vermelha”).

O famoso “O Batedor de Carteiras” está entre as obras de Robert Bresson disponíveis na Claro Video, ao lado de “O Dinheiro” e “O Processo de Joana D’Arc”. Michael Haneke pode ser assistido em dois filmes com estrelas de primeiro escalão: “A Professora de Piano” (com Isabelle Huppert) e “Código Desconhecido” (com Juliete Binoche).

Da nossa garimpagem, destacamos também: “O Sabor da Cereja” (Abbas Kierostami), “Amores Brutos” (Alejandro González Iñarritú), “A Princesa de Montpensier” (Bertrand Tavernier), “A Dália Negra” e “Scarface” (Brian De Palma), “Cliente Morto Não Paga” (Carl Reiner), “Cosmópolis” e “Senhores do Crime” (David Cronenberg), “A Estrada Perdida” e “No Céu Tudo é Perfeito” (lançado no Brasil como “Eraserhead”) de David Lynch, “O Planeta dos Macacos” (Franklin J. Schaffner) e suas três sequências, “A Noite dos Mortos Vivos” (George Romero), “Henry Fool” (Hal Hartley), “O Monstro da Lagoa Negra” (Jack Arnold), “Frankenstein” (James Whale), “O Grande Leboswki” (Joel Coen e Ethan Coen), “O Filho da Noiva” (Juan José Campanella), “Tokyo Sonata” (“Sonata de Tóquio”, de Kiyoshi Kurosawa), “Angel A” (Luc Besson), “A Última Tentação de Cristo” (Martin Scorsese), “Elysium” (Neill Blomkamp), “Wall Street” (Oliver Stone), “Mishima” (Paul Schrader), “A Pele Que Habito” (Pedro Almodovar), “Kansas City” (Robert Altman), “Nanook, o Esquimó” (Robert Flaherty), “Tudo Bem no Ano Que Vem” (Robert Mulligan), “O Escritor Fantasma” (Roman Polanski), “Antes Que o Diabo Saiba Que Você Está Morto” (Sidney Lumet), “Dr. Fantástico” (Stanley Kubrick), “Além da Linha Vermelha” (Terrence Malick) e “Viagem a Darjeeling” (Wes Anderson).

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