Lista dos 15 melhores filmes de terror de 2025

O ano de 2025 repete a boa safra de filmes de terror do ano anterior. Se, em 2024, os fãs do gênero se deliciaram com títulos como: O Mal Que Nos Habita, A Substância, A Primeira Profecia, Imaculada, MaXXXine, Herege e Um Lugar Silencioso: Dia Um, no ano seguinte encontraram uma oferta igualmente tentadora.

Muitas sequências de filmes de sucesso atenderam às expectativas (O Telefone Preto 2, Extermínio: A Evolução, Invocação do Mal 4: O Último Ritual, M3GAN 2.0). Da mesma forma, lançamentos novos de grandes estúdios se destacaram (Pecadores, Frankenstein, Lobisomem, A Hora do Mal). Mas, as maiores surpresas foram alguns filmes B (Desconhecidos, Dollhouse).

Por outro lado, entre as decepções mais contundentes despontam GOAT, de Justin Tipping, e Eu Sei o Que Vocês Fizeram no Verão Passado, de Jennifer Kaytin Robinson.

Faltando apenas um lançamento do gênero (Anaconda) para fechar o ano, já é possível listar os 15 melhores filmes de terror de 2025. Como toda lista de preferidos, é uma relação bem pessoal e que pode mudar com o tempo diante de revisões. Aliás, esse alerta cabe muito neste caso, pois o número um é um filme que pouca gente viu, mas que me deixou completamente entusiasmado quando o assisti.

Ranking dos filmes de terror lançados no Brasil em 2025

1º – Desconhecidos (Strange Darling, de JT Mollner). Este filme chegou aos cinemas brasileiros com atraso de dois anos, e pouca gente deu bola para ele. Mas, é um quebra-cabeças meticulosamente planejado para conduzir o espectador a raciocinar como o diretor Mollner deseja. Extremamente violento, um dos longas mais surpreendentes do gênero nos últimos anos.

2º – A Hora do Mal (Weapons, de Zach Cregger). O diretor de Noites Brutais (Barbarian, 2022), confirma que é um dos mais promissores cineastas de terror da atualidade. Estruturado em diferentes perspectivas que se sobrepõe, deixa o espectador completamente envolvido em resolver o seu instigante mistério. Nasceu para virar clássico.

3º – Juntos (Together, Michael Shanks). Parte de uma ideia de horror original, e a desenvolve eficientemente. Abraça o body horror no melhor estilo David Cronenberg com direito a delírios lovecraftianos e mitologia platônica.

4º – Faça Ela Voltar (Bring Her Back, Danny Philippou, Michael Philippou). Por causa de suas cenas perturbadoras, alguns amam e outros odeiam. É mais um filme que confirma a boa estreia do diretor – neste caso, os irmãos Philippou, que fizeram Fale Comigo (Talk to Me, 2022). O terror vem do uso adequado de suspense, gore e drama, sem alívios cômicos.

5º – Dollhouse (Dollhouse, Shinobu Yaguchi). Para quem sentia falta do assustador J-horror sobrenatural. É sobre uma boneca amaldiçoada, muito mais aterrorizante que seus primos americanos.

6º – Pecadores (Sinners, Ryan Coogler). Um dos terrores de grande produção do ano. Lançado pela Warner Bros e com o mesmo diretor de Pantera Negra (Black Panther, 2018), que tenta equilibrar o tema sobrenatural com a questão racial.

7º – O Telefone Preto 2 (Black Phone 2, Scott Derrickson). A sequência assume o sobrenatural de vez, e coloca o protagonismo da personagem da irmã caçula, que já despontava como força dramática no primeiro filme. O magnífico cenário coberto pela neve coloca esta produção em outro patamar.

8º – Presença (Presence, Steven Soderbergh). Soderbergh se arrisca em um filme fortemente autoral. A sua narrativa exige um rigor formal incontornável, porque é uma história sobrenatural filmada inteiramente do ponto de vista do fantasma. O tom sério provoca calafrios.

9º – Frankenstein (Frankenstein, Guillermo del Toro). O diretor Mexicano repete a abordagem do monstro humanizado de A Forma da Água (The Shape of Water, 2017). Seu Frankenstein se torna gradativamente menos perigoso, o que é contraproducente para fins dramáticos. Mas, ainda assim, um filme imperdível por conta da sua exuberante concepção visual.

10º – Extermínio: A Evolução (28 Years Later, Danny Boyle). Outro filme com visual arrebatador. Danny Boyle volta a imprimir seu ritmo frenético, mantendo o clima tenso, com apenas um alívio sentimental.

11º – Invocação do Mal 4: O Último Ritual (The Conjuring: Last Rites, Michael Chaves). Encerra em bom nível essa franquia de terror clássico, que muitos criticam por sua falta de ousadia. Porém, são filmes bem filmados, voltados ao grande público que gosta de se assustar (mas não demais). Gosto deles porque são classudos.

12º – M3GAN 2.0 (M3GAN 2.0, Gerard Johnstone). Desta vez, o enredo vai mais longe, arrisca outro gênero e se torna mais movimentado, com cenas de ação que empolgam e um adversário à altura (embora o vilão em si seja previsível). Além disso, é mais violento, com um toque de gore.

13º – Prédio Vazio (Prédio Vazio, Rodrigo Aragão). Rodrigo Aragão, um especialista em maquiagem e efeitos especiais, aposta no terror que vem das criaturas do além que habitam o prédio. Assustadoras, elas conduzem o espectador a uma experiência similar a um passeio por uma casa do terror de parque de diversões, ainda mais por aparecerem em cenários horripilantes, como o terrível poço do elevador.

14º – Lobisomem (Wolf Man, Leigh Whannell). Foge do lugar comum dos filmes sobre lobisomens. O foco não é na transformação física do homem em monstro, mas a dramática percepção de perda da humanidade por parte do protagonista.

15º – A Mulher no Jardim (The Woman in the Yard, Jaume Collet-Serra). Um terror com altas doses de drama, que remete muito ao período clássico de Hollywood. Conta com uma boa direção do eclético Collet-Serra.

Veja também: a lista dos 20 melhores filmes de 2025.

Compartilhe esse texto:

Siga-nos nas redes sociais:

Últimas notícias:

Rolar para o topo