Mudança da avaliação para 0 a 5

A partir de hoje, passamos a adotar a escala de avaliação de 0 a 5, no lugar do 0 a 10 que até agora utilizávamos. Dessa forma, visamos um formato mais enxuto – inclusive porque mantínhamos intervalos de 0,5, o que resultava em 20 notas diferentes. Esse novo intervalo preserva a essência de 10 notas possíveis.

A escala alinha o Leitura Fílmica a outros veículos que publicam críticas de filmes, como The Guardian, Empire Magazine, Folha de S.Paulo, O Estado de S.Paulo, O Globo e os principais sites de cinema do Brasil. E, também, o Letterboxd, rede social para amantes do cinema.

Para as mais de 3.000 críticas já publicadas, processamos uma conversão automática. As notas anteriores foram divididas por 2, e arredondadas para cima no caso de classificações decimais (por exemplo: a nota 7,5 foi convertida para 4). Conforme as revisões, essas avaliações podem ser ajustadas.

Dessa forma, queremos ser mais incisivos em nossas avaliações. Lembrando sempre que a experiência de ver um filme seja sempre subjetiva. Além disso, a crítica também é um exercício pessoal, por mais que os aspectos formais dos filmes tenham forte peso na análise.

Como guia para nossos critérios, segue a nossa régua de avaliação.

  • 5,0 (Obra-prima): Um filme impecável que define o cinema. Experiência obrigatória.
  • 4,5 (Excelente): Brilhante e memorável. Quase chega à perfeição técnica e narrativa.
  • 4,0 (Muito Bom): Acima da média. Um filme sólido que recomendamos com entusiasmo.
  • 3,5 (Bom): Entretenimento de qualidade. Tem falhas, mas as qualidades vencem.
  • 3,0 (Passável): O famoso “filme ok”. Diverte no momento, mas é esquecível.
  • 2,5 (Medíocre): Nem fede, nem cheira. Falta originalidade ou fôlego.
  • 2,0 (Ruim): Difícil de engolir. Os erros começam a incomodar mais que os acertos.
  • 1,5 (Muito Ruim): Mal executado e cansativo. Pouco se salva aqui.
  • 1,0 (Terrível): Um erro cinematográfico. Praticamente sem valor artístico.
  • 0,5 (Desastre): Ofensivo de tão ruim. Não recomendamos nem para os nossos inimigos.

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